Dica de livro infantil: "Dorina Viu", de Cláudia Cotes (Livro em Braile)

29/5/2019

 

 



O livro Dorina Viu, de Cláudia Cotes, editora Paulinas, fala, em linguagem infantil, da história de vida de Dorina Nowill, uma pessoa extraordinária que nasceu enxergando e perdeu a sua visão aos 17 anos.

 

Quando criança, Dorina teve uma infância normal e divertida. Gostava de brincar e aproveitar bem a vida, descobrindo intensamente tudo a sua volta. E, mesmo a cegueira dos seus olhos físicos, na adolescência, não a impediram de continuar enxergando pelos olhos de sua alma curiosa. Ao aprender braile, se maravilhou com a percepção do mundo sob outra perspectiva.

 

Mais tarde, Dorina se tornou professora, casou-se, teve cinco filhos e criou a Fundação Dorina Nowill para Cegos.

 

 

As ilustrações são lindas, coloridas e divertidas. E, tanto o texto, como algumas figuras, são em braile, o que faz do livro uma obra primorosa.

 

 

 

Sobre a autora:
Cláudia Cotes é doutora em Linguística, Fonoaudiologia e fundadora da Instituição Vez da Voz. Mais informações sobre seu trabalho e a instituição através do site www.vezdavoz.com.br

 

 

Sobre o ilustrador:
Dimaz Restivo é artista plástico, ator e diretor da Vez da Voz. Seu trabalho está disponível no blog http://dimaz-restivo.blogspot.com.br/

 


Curiosidades:
- A Fundação Dorina Nowill para Cegos tem 66 anos. De caráter filantrópico, dedica-se, exclusivamente, à inclusão social de pessoas com deficiência visual. Mais informações através do site http://www.fundacaodorina.org.br/

- A organização Vez da Voz foi criada em 2004 e busca a inclusão da pessoa com deficiência. Mais informações através do site: http://www.vezdavoz.com.br

- A mãe e as irmãs do ilustrador Dimaz Restivo são surdas e sua avó era cega.

- Braille ou braile é um sistema de leitura através do tato, utilizado por pessoas com deficiência visual. Trata-se de um alfabeto normal cujos caracteres se indicam por pontos em alto relevo, que são distinguidos através do tato (o deslizar dos dedos sobre o relevo). A partir dos seis pontos relevantes, é possível fazer 63 combinações que representam letras simples e acentuadas, pontuações, números, sinais matemáticos e notas musicais. Foi inventado pelo francês Louis Braille, no ano de 1827, em Paris.

 

 

Trecho do livro:
“O dia começava cedo porque havia muitas brincadeiras para serem brincadas: Pular corda, chutar bola, correr atrás da pipa, subir em árvores, comer as frutinhas, jogar bolinhas de gude...”

 


Fontes:
- Informações contidas no próprio livro.
- http://www.fundacaodorina.org.br/
- http://www.vezdavoz.com.br
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Braille

 

 

 

 

 

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Andreia Marques é filósofa, escritora, poetisa, mediadora de leitura,  blogueira e designer.

Autora dos livros "Bééé Daqui... Bééé Dali!", "Quibungo", ”Berenice, a Cacatua”, “Melina e as Borboletas Noturnas”, “A Velha Pisadeira”, “Corpo Seco” e "Corda, Cordão e Muita Imaginação!".

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